
Depois de repassar o controle dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília – e sob o risco de ver outros importantes terminais concedidos à iniciativa privada –, a Infraero vai ter que buscar novos nichos de mercado para sobreviver e poderá, inclusive, administrar mais aeroportos dentro e até fora do país, disse ao G1 o presidente da estatal, Gustavo do Vale.
“A quebra do monopólio [da Infraero] vai nos fazer ser mais criativos”, disse ele. “Vou ter que buscar mercado, e nós vamos atrás de mercado, seja aqui ou no exterior”, completou.
De acordo com Vale, o governo e a Infraero estão atentos ao crescimento da aviação regional no país. Para aumentar as receitas da estatal, afetadas pela perda do controle dos três aeroportos, a empresa poderá administrar novos aeroportos regionais – que atendem a cidades menores. Com o leilão dessa semana, o número de aeroportos administrados pela Infraero caiu de 66 para 63.
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